"MUDA QUE QUANDO A GENTE MUDA O MUNDO ANDA PRA FRENTE E QUANDO A GENTE MANDA NINGUÉM MANDA NA GENTE, NA MUDANÇA DE ATITUDE A GENTE MOLDA O FUTURO..."

sexta-feira, agosto 26, 2005

Crazy Taxi


Gênero: Corrida
Desenvolvido por: Acclaim
Pubilsher: Acclaim
Lançamento: 14/05 /2001
Nota: 7,5

Revison
Crazy Taxi sempre foi um ícone dos primeiros games da geração 128 bits (mesmo que simulados), abusando de um visual descolado e um ambiente louco, e, na sua primeira vista, com loadings praticamente inexistentes.

Lançado inicialmente a uns 5 anos (caramba o tempo passa) para o extinto DreamCast, da Sega, Crazy Taxi daqueles games que agrada a maioria das pessoas pelo seu estilo arcade de ser jogado de vez em quando sem compromisso.



Na conversão para o PS2 não tivemos muitas mudanças, os gráficos são os mesmos, ou seja, meio quadrados para os padrões atuais, mas nada comprometedor, e já contava com expressões facias, facilmente vistas no replay, onde dá pra ver na cara a satisfação do cliente.

Os objetivos se baseiam em levar o máximo possivél de pessoas num tempo determinado, que vai aumentando conforme seu rendimento, e, para que você tenha um bom aproveitamento, deverá abusar dos mais insanos atalhos e não bobear nem por um segundo.



O fator de repetição pesa um pouco, pois os objetivos são quase sempre os mesmos, tipo, o carinha que sempre está no ponto x vai também sempre querer ir para ponto y; isso faz com que o jogo fique manjado e sem muitas surpresas, deixando ele meio enjoadinho, mas como já foi dito, é aquele joguete no estilo arcade para se pegar de vez em quando e quebrar recordes.

Agora o ponto que mais agrada são as músicas, que são embaldas pelo melhor punk rock que existe do Offspring, e para os portadores de um PS2, o game conta também com músicas de ninguém menos que Bad Religion, simplesmente fazendo o nível de adrenalina do game chegar no máximo, e fazendo com que você jogue às vezes só pra curtir uma corridinha e também ouvir esses sons de primeira.




Uma coisa que deixou muita gente puta com esse game é que ele foi lançado depois do Crazy Taxi 2 do Deamcast, que nunca teve sua versão para o PS2, assim como Crazy Taxy 3, que só deu as caras no X-Box e PC.

No final, o game já é um clássico, e mereçe estar na coleção de qualquer doido por PS2 que se preze. Não é um jogo extremamente ilustre, mas com certeza é o primeiro da lista de muita gente que tem aquele jogos que são jogados de vez em quando por uns 10 minutos.


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quarta-feira, agosto 24, 2005

The Incredibles: Rise of the Underminer


Gênero: Aventura
Desenvolvido por: Heavy Iron Studios
Distribuidora: THQ
Lançamento: Final de 2005
Nota: Não Avaliado

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Depois do jogo que recriava os acontecimentos do filme e que teve seu lançamento simultâneo ao mesmo, está por vir um game que pega a história do ponto em que terminou o antecessor.



The Incredibles: Rise of the Underminer é protagonizado pela dupla que mais rendeu rizadas nas telonas e que não foi explorada na primeira versão jogável: Sr. Incível e Gelado, e os dois aparecerão sempre ao mesmo tempo na tela.

O game chegará de vilão novo, e com a possibilidade de se trocar de personagem a qualquer momento, pois alguns quebra-cabeças só poderão ser resolvidos com habilidades específicas. Outra novidade é o acúmulo de experiência, que poderá ser utilizada para aperfeiçoar certos movimentos ou especiais.



Se o primeiro game, que foi desenvolvido às pressas para o lançamento simultâneo, já foi divertido, Rise of the Underminer promete trazer seus erros corrigidos e, conseqüentemente, mais diversão... o jeito é esperar.

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terça-feira, agosto 23, 2005

Superman: Shadow of Apokolips


Gênero: Ação / Aventura
Desenvolvido por:
Atari
Distribuidora:
Atari
Lançamento: 25/09/2002
Nota: 5
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Pois é, quem nunca imaginou ter todos os poderes do Super Hombre? Ele sempre teve seu nome agregado a tudo que se possa imaginar, e no mundo dos desenhos animados, de uns tempos pra cá, como não poderia ser diferente, teve sua série, e dessa série saiu esse game, com troçentas promessas de controlar o azulão.



Pois bem a imagem do Super sempre foi manchada no mundo dos videogames, sendo que teve seu ápice de ruindade em seu game para Nintendo 64, sendo eleito o pior game do console, assim como o pior do ano, mas não se preocupe, pois esse não faz tão feio.

Em Shadow of Apokolips chegou a hora de vestir a cueca por cima da calças e ser o Super da melhor maneira já vista nos games, utilizando de todos poderes do cara, sendo eles superforça, visãode raio x, visão de calor, sopro gelado e, é claro, voar (a supervelocidade acabou ficando de lado). Voar no game na primeira vez é magnifico, é como se fosse um desabafo de "até que enfim eu posso fazer isso!" mas tudo isso é logo abalado por outros fatores.



A limitação é a maior frustração do game. De que adianta você ter super força e só poder abrir a porta x, ou então não poder torrar os inimigos e tal, assim vai, é tudo um tanto quanto fechado, você tem que fazer aquilo e pronto, sem alternativas, e seguir por caminhos óbvios usando o super poder na hora que tem de usar.

A jogabilidade a princípio é meio esquisita, já que não se é habitual sair voando por aí em qualquer outro game do gênero, mas mesmo assim ela é dura e imprecisa em alguns momentos, como nas porradas, em que a agilidade do cara é tão grande quanto de um lutador de sumô aposentado.



Os gráficos podem parecer a princípio um festival de quadrados, além de simples e pouco detalhados em relação a outros jogos, mas eles seguem uma linha bem fiel ao desenho animado, dando um clima espetacular ao game, que é formado por uma reprodução tridimensional cheia de contrastes, iguais à série, por isso são simplismente muito bons.



O som é mediano, assim como o resultado final do jogo, que é daqueles que vão te fazer encalhar, não so pela dificuldade, mas pelos objetivos tediosos e repetitivos que vão te fazer deixar ele de lado em pouco tempo já que ele não desperta muita curiosidade devido à história "exclusiva" cheia de clichês, mas nada que se torne injogavél naqueles dias de "ta na hora de jogar algo diferente".

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segunda-feira, agosto 22, 2005

Brothers in Arms: Earned in Blood


Gênero: Ação / Primeira Pessoa
Desenvolvido por: Gearbox Software
Distribuidora: Ubisoft
Lançamento: 18/10/2005
Nota: Não Avaliado

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Depois do sucesso de Brothers in Arms: Road to Hill 30, a Gearbox prepara uma nova versão do game que surpreendeu pela exigência de criar uma estratégia perfeita para cada missão ou situação encontrada.



Os gráficos estão mais detalhados e continuam reproduzindo perfeitamente clima de Europa decadente da Segunda Guerra Mundial, agora com mais atenção também aos soldados, com mais expressões faciais e que aparecem em maior número na tela.

Você joga na pele de Hartsock, promovido a sargento neste game, que receberá ordens e interagirá com Matt Baker, o protagonista da primeira versão.



Em Earned in Blood, a interação não se dará somente com soldados, mas também com civís, se utilizando de estratégias políticas para triunfar nas missões, ou seja, o game promete superar, e muito, seu antecessor.

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sexta-feira, agosto 19, 2005

Killer 7


Gênero: Ação
Desenvolvido por: Capcom
Distribuidora: Capcom
Lançamento: 07/06/2005
Nota: 8,6
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Killer 7 não é um game que agrada logo de início. Devido seu conceito muito diferenciado em relação a tudo que já foi lançado no mercado de videogames, o jogo é se mostra confuso de início, mas com um tempinho básico se pega o jeito e a "intenção" do mesmo.

Nem parece, mas Killer 7 foi desenvolvido pelo criador da série Resident Evil. Os controles, limitados nas vistas de alguns, são semelhantes aos da série clássica da Capcom, porém com a diferença de não se poder ir para os lados, mas isso não faz com que Killer 7 tenha menos liberade que qualquer Resitent (claro, exlui-se o 4).



O jogo é protagonizado por Smith, um velho assassino tetraplégico que vivem numa cadeira de rodas e tem sete personalidades diferentes. Ele recebe como missão matar o líder da gangue rival que traçou e começou a realizar um plano para derrubar o governo transformando pessoas comuns em assassinos psicóticos.

Smith tem que comprir seu objetivo somente utilizando poderes relacionados às suas personalidades, sendo que cada uma das sete oferece habilidades diferentes (tudo bem, isso não é novidade nenhuma), sendo obrigatórias as trocas para se dar bem na resolução de quebra-cabeças.



Ao percorrer os corredores, ouve-se risadas (sinal de que há monstros presentes), porém eles só são vistos em sua forma real através de um scanner (acionado com o botão L1), sendo que, para atirar nos dito-cujos é preciso entrar no modo de primeira pessoa (R1), e mantando seus inimigos, ganha-se duas espécias de sangue, o bom e o ruim, que são utilizados para fins diferentes.

Durante todo o game existe um personagem um tanto quanto estranho, Iwarazu, que dá algumas dicas sobre o que vem pela frente, e um outro que fala sobre os quebra-cabeças, ele pode até dar as soluções, mas para isso ele cobra uma taxa de sangue bom.



Os gráficos do game são o primeiro show, que dão a impressão de que uma possível continuação nos consoles da próxima geração vai ser mais impressionante ainda. Ao pecorrer os cenários, a impressão que se tem é de que tudo é 2D, talvez pelo alto contraste entre luz e sombras, mas ao entrar no modo de primeira pessoa, você pode olhar 360 graus à sua volta, ou seja, tudo é 3D.



O som é o segundo, com rizadas malucas, músicas que lembram os filmes de Quentin Tarantino antes de Kill Bill e efeitos sonoros um tanto quanto psicodélicos, montam o clima inexplicável que o game proporciona. Todos os personagens que aparecem durante a parte jogável não pronunciam palavras audíveis, sendo sempre alguns grunhidos estranhos, lembrando pessoas que perderam as cordas vocais. Para entender os diálogos existem legendas estilizadas que casam perfeitamente com o ambiente que o jogo coloca.



A ação é um pouco repetitiva, pois baseia-se em atirar nos monstros que aparecem e resolver algumas paradas, algumas básicas e outras complicadas. A história é muito convincente, dando margens a várias interpretações, contendo cenas de sexo, violência ao extremo (mas não muito impactante, por ser tudo em desenho), e muitas ofensas e palavrões.

Concluindo, Killer 7 é um jogo que merece atenção, não é uma obra-prima, mas sendo lançado numa época onde o que faz mais sucesso são continuações de séries consagradas, ele chega abalando um mercado que chegou à uma espécie de comodismo, mostrando que o mundo dos games tem muitos caminhos a seguir.

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terça-feira, agosto 16, 2005

Medal of Honor: European Assault


Gênero: Tiro / Primeira Pessoa
Desenvolvido por:
Eletronic Arts
Distribuidora:
Eletronic Arts
Lançamento: 07/06/2005
Nota: 7,4

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Se pegarmos os títulos anteriores de Medal of Honor no PS2 e juntarmos com Brothers in Arms, o resultado é Medal of Honor: European Assault.

O game não tráz aquele clima inexplicável de Brothers in Arms, com uma Europa decadente e a necessidade de se pensar algumas vezes antes de dar um passo para qualquer direção, mas traz elementos, como a possibilidade de se dar ordens par subordinados, claro que num sistema bem mais simples, que se resume em posicionamento de toda a equipe (três soldados), e não com ordens individuais e coisas do tipo atacar ou bater em retirada.



O visual do jogo é o mesmo de desde o PS1, lembrando um filme antigo, com cenas em sépia e narrações históricas que viram testemunhais quando a missão está para se iniciar.

A jogabilidade é ajustável ao gosto de qualquer um, é possível mexer na velocidade da movimentação nos eixos X e Y, tal como vertical invertida ou botões para comando. Agora há um ítem que faz com que o personagem ressuscite, assim como a possibilidade de dar kits médicos para os seus companheiros e uma barra de adrenalina, que, quando cheia, ativa a possibilidade de se atuar num "bullet time" por certo tempo, opção muito útil em momentos delicados.



European Assault se apresenta como um game de primeira pessoa num estilo mais arcade que a tendência atual, mas isso não significa que você possa sair dando uma de Rambo a qualquer momento; mesmo sendo um game relativamente curto e de dificuldade média-baixa, em determinadas missões é necessário uma boa estratégia, senão o sucesso é incerto.



Seus gráficos estão na média atual, os personagens não tem expressões muito boas, mas nada comprometedor, porém o som merece ser destacado, quando se anda num ambiente fechado que está em silêncio, é possível ouvir até a água do cantil chacoalhando, pena que o sistema Dolby Digital não flui tão bem como no Brothers, mas os efeitos de pânico e fúria dos oponentes estão mais convincentes.



Por fim, Medal of Honor: European Assault pode ser mais agradável aos jogadores em geral do que aos adeptos de jogos de guerra, justamente pouco contra à atual tendência de simulação. É impossível não se fazer a comparação com Brothers in Arms, mas é um game equivalente em qualidades e defeitos, só depende do estilo que você gosta.

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sexta-feira, agosto 12, 2005

Hitman: Contracts


Gênero: Ação
Desenvolvido por: Io Interactive
Distribuidora:
Eidos Interactive
Lançamento: 20/04/2004
Nota: 5,1

Revison
Pois é, esse game bem que tem lá sua popularidade, primeiro pelo nome mais batido que muita coisa que já era usada em filmes B de Jet Li, e que tamém é o nome de um personagem de quadrinhos da DC Comics, mas o que sempre chamou a atenção neste game mesmo foi a inovação da ação e interatividade que ele oferecia.


Para os padrões de hoje, os gráficos são bem relativos, apesar de apresentar cenas de alta qualidade, o visual do game em certas horas é pobre e limitado, já que "o careca", o protagonista, tem uma pinta de quem não fala muito, mas é digno de vilões de James Bond e outros filmes do gênero.



A violência, essa muito bem transmitida por monturas de corpos e troçentas possibilidades de matar alguêm que vão desde tiros à popular "cordinha" para estrangular, passando também por seringas para serem injetadas no pescoço.


A jogabilidade a princípio é meio dura, mas com o tempo se alcança a precisão, já que ninguém nasce um assassino profissional da noite pro dia, assim como as possibilidades de se terminar uma fase, que são diversas, já que você tem seus objetivos a cumprir, sendo que na maioria das vezes não dependem de uma ordem ou organização, sendo na base do mate e fuja.



O jogo pode ser jogado tando no modo stealth, onde se tem que jogar de mansinho e matando sem ser percebido; ou noutro, onde você sai metendo bala em todo mundo... fica mais difícil mas não impossivél. De qualquer jeito terão partes onde você terá que ficar trocando de roupas para não ser identificado ou se esconder e agir de forma convincente com seu disfarce, já que a inteligência artificial dos inimigos é bem satisfatória.

No mais, o som é bem realista e sombrio dando um pusta clima, combinando com os cenários que vão de hospícios e fortalezas geladas até uma boate dentro de um abatedouro, simplesmente muito hadcore nesses aspectos.



No final, Hitman é um jogo bem aceitavél, pois engloba características de stealth e tiro muito bem, sendo um jogo mais mediano considerando a concorrência de hoje. A diversão nem se compara a um Max Payne, The Punisher, e, para os que preferem ficar fazendo tudo na surdinha, tem sempre um Metal Gear te esperando.

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terça-feira, agosto 09, 2005

Winning Eleven 9


Gênero: Esporte / Futebol
Desenvolvido por: KCET
Distribuidora: Konami
Lançamento: 04/08/2005 no Japão
Nota: 9,6

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A mais perfeita e sempre esperada série de games de futebol para video games conta agora com sua última edição nesta geração.


Falando das melhorias, a melhora gráfica, tal como de animações e interação dos jogadores virtuais, é muito significativa, pois são influenciados por novos fatores, como reações diferenciadas perante situações de pressão por placar negativo ou favorável. Agora há trombadas sem a bola, se dois jogadores se chocam, cada um vai para um lado, às vezes até caindo, e camisas para fora do calção.



Uma novidade é o jogo sob neve (que fazia falta), que faz o jogador, em busca de resultados, ter de modificar estratégias e formações, que podem ser consideradas o destaque em relação à versão anterior, assim como a inteligência artificial, tanto dos adversários como dos jogadores do seu time, que estão mais espertos na marcação, fazendo com que os certames fiquem mais travados no meio de campo, sendo assim, mais próximos da realidade.

Aliás, a jogabilidade foi bastante modificada devido aos passes, que estão mais difíceis de ser realizados com perfeição, exigindo maior capricho e, dependendo do jogador que está com a bola, espaço para poder executa-los de maneira não-comprometedora.



Outro ponto que recebeu modificações, sem mencionar a rigorosidade dos juízes, foram os dribles, que estão mais imprecisos, devido a bola, que está mais "esperta" e independente, escapando do controle com mais facilidade, portanto, esqueça aqueles cortes magestosos que deixavam o marcador a metros de distância.

Perante todas essas "limitações" que aumentam o realismo e a tensão dos jogos, quem evoluiu consideravelmente foram os goleiros, que estão com mais movimentos e maior agilidade, jogando mais adiantados e fechando melhor o ângulo. A reposição de bola também foi melhorada, agora, com as mãos, ele também sai jogando por cima, lançando a bola para perto do meio do campo.



O sistema de edição não recebeu inovações consideráveis, tanto de jogadores quanto de times, sendo mais eficiente para os peladeiros, que se pode montar praticamente qualquer pessoa com as opções existentes, já para os times, as limitações de uniformes deixam o modo a desejar. Na edição de uniformes há uma variedade maior de modelos que podem ser combinados para montar fielmente o fardamento de muitos times.

Além dos times das ligas italiana, espanhola e holandesa, mais seis times foram incluidos: Arsenal, Chelsea, Porto, Dynamo de Kiev, Galatasaray e Glasgow Rangers, os outros times de suas respectivas ligas são genéricos, com nomes, símbolos e uniformes diferentes do real, já os times licenciados estão com seus uniformes da temporada anterior (os mesmos de WE8), só estes seis novos que estão com os atuais.



O modo Master League continua sendo o favorito entre os demais, porém sem grandes modificações, já o Japan for the World Cup 2006 vem como novidade, onde o jogador deve classificar a seleção nipônica para a Copa do Mundo da Alemanha.

Como já visto em Winning Eleven 8: Liveware Edition, WE9 conta com uma verão online, mas o problema continua sendo o mesmo, o servidor é japonês, logo, só o pessoal de lá pode desfrutar de tal opção.



Winning Eleven 9 recebeu inovações consideráveis que deixaram o game com um nível de realismo acima do esperado, e com isso a Konami provou mais uma vez que a perfeição pode ser melhorada, mas esta versão ainda tem o grande problema: o idioma, é simplesmente impossível saber até quem são os jogadores nas telas de estratégia, o jeito é esperar a versão européia em outubro.


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quinta-feira, agosto 04, 2005

Colosseum: Road to Freedom


Gênero: RPG / Ação
Desenvolvido por: Ertain
Distribuidora: Koei
Lançamento: 20/07/2005
Nota: 6,2
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Aproveitando o embalo de temas romanos, Colosseum: Road to Freedom chega seguindo outra linha em relação aos concorrentes que já estão no mercado, como Gladiator: Sword of Vengeance e Shadow of Rome, deixando de lado histórias de teorias conspiratórias mirabolantes contra o império romano, explorando um objetivo tão óbvio para um game de gladiadores, que chega a ser ridículo uma desenvolvedora nunca ter pensado em faze-lo.



O game se inicia no modo história com você sendo comprado por um organizador de eventos gladiatórios. Após dadas suas informações, você faz testes e tals, fica-se sabendo o valor que foi pago na sua pessoa. É aí que está a diferença.

No jogo, você deve treinar, fazer exercícios, comer, dormir e evoluir (ao melhor estilo Pokémon) para melhorar suas habilidades e disputar torneios, desde simples duelos e lutas em grupos até lutas contra animais e combates ensaiados, para assim ganhar dinheiro e o direito de disputar jogos que exigem mais experiência.



O dinheiro ganho não serve só para ser poupado, você deve comprar equipamentos melhores, desde itens de defesa até armas, todas dentro da realidade histórica do tema, para assim disputar torneios maiores até chegar ao Coliseu, onde se atinge o "estrelato" e se consegue a grana para comprar sua liberdade.



Na ação, o game não oferece nada de novo, até tem bastantes movimentos de ataque e defesa, mas tem uma mobilidade um pouco limitada, que compromete um pouco no início, até se pegar o jeito da coisa, também contando o fato de que, quanto mais se luta, mais o personagem ganha habilidades e mais fácil se torna o controle.

Os gráficos são extremamente medianos, e o som peca pela falta de uma boa trilha sonora, que falta em alguns momentos, principalmente nas cenas não-interativas, que deveriam criar um clima mais tenso-histórico-tribalista-escravisante, mas isso não acontece.



Como já dito, Colosseum: Road to Freedom peca em alguns aspectos, mas vale por se destacar entre os outros games do gênero justamente pelo objetivo diferenciado que o jogador deve atingir. Para os fãs de RPG, pode ser satisfatório, mas fica claro que o público alvo do game são os fãs de histórias gladiatórias.

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quarta-feira, agosto 03, 2005

Gladiator: Sword of Vengeance


Gênero: Ação
Desenvolvido por: Acclaim
Distribuidora: Acclaim
Lançamento: 05/11/2003
Nota: 6,4
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Título que inaugurou o tema de gladiadores no PS2, Gladiator: Sword of Vengeance, desenvolvido pela instinta Acclaim (criadora e responsável por ótimos títulos, como Mortal Kombat e Turok), não fez feio em seu lançamento, porém, para os padrões de hoje o game deixa um pouco a desejar.



A história é o seguinte: no ano 106, após a morte do, então emperador, Trajano, Arruntius toma seu lugar, como ele não era for que se cheire, pra variar, levou Roma para o fundo do poço perdendo guerras iniciadas sem grandes motivos, utilizando o dinheiro público para fins pessoais e deixando assim a cidade entregue a pestes os cidadãos passando fome. Desgraças à parte, os deuses escolhem um guerreiro escravo para chegar até o tal Arruntius e dar um pé na bunda dele para, assim, recolocar Roma no seu devido lugar.



Com as mãos no controle, após um longo tempo de loading (maior até que o de GTA Vice City) entrando no modo história, você passa por um divertido tutorial e a trama se inicia. Há um campo mágico com alguns portais, onde o nosso herói recebe informações em visões de duas crianças mascaradas e adentra o mundo real para realizar suas missões, porém, a primeira fase deixa um pouco a desejar, pois só se enfrenta caveirinhas chatas que atacam aos montes. Passando esta dificuldade, o game engrena e segue num ritmo satisfatório.



Os gráficos para os padrões de hoje são medianos, com alguns efeitos interessantes, como a vegetação sendo atingida pelo vento. Há sangue em proporções médias nas batalhas com humanos. As armas não vão além do tradicional para o tema, e as pelejas se desenrolam relativamente bem, com controles simples e ágeis, não chegando à quase perfeição de Shadow of Rome, mas também passando longe de ser decepcionante.



O game não se baseia em enfrentar caveirinhas e humanos, nem em lutar apenas em arenas e campos abertos. Há labirintos a serem explorados e monstros mitológicos para se liquidar, também havendo a possibilidade de se relacionar com outros personagens para conseguir ajuda na resolução da trama.

O som segue na normalidade com efeitos dentro do esperado, colaborando para o encaixe do game num nível mediano.



Gladiator: Sword of Vengeance é um game que pode agradar os mais pacientes, principalmente os que simpatizam com o tema, que é bem explorado, trazendo itens que normalmente não são encontrados em tais histórias, mas que também dispertam interesse em seuss apreciadores.

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